Walder Wolf

Está completo! O maior desafio da minha carreira virou o maior orgulho da minha vida: nasceu o Baile Amazônico, o primeiro álbum visual paraense com 8 clipes e 8 histórias.

Quando eu sonhei o Baile Amazônico, lá em 2024, eu não fazia ideia do tamanho da jornada que estava prestes a viver. Era só uma ideia ousada, quase improvável: o primeiro álbum visual paraense com 8 músicas e 8 videoclipes construídos como uma obra completa. Eu não sabia onde isso ia dar, mas sabia exatamente de onde partia: da minha paixão pela Amazônia, pela nossa cultura e pela certeza de que a nossa música pode, e deve, alcançar o mundo.

O processo foi desafiador. Não apenas pela logística, pela correria ou pela falta de grandes recursos, mas porque criar algo novo sempre mexe com a gente. É colocar a alma na frente e torcer para que o coração tenha fôlego. E teve. Porque eu não caminhei sozinho.

Esse sonho só se tornou possível porque várias pessoas acreditaram em mim antes mesmo de tudo existir.

Meu produtor Juninho Cametá, que transformou sentimentos em som.

Meus parceiros da Prisma CinevídeoErisson Guimarães e Sabrina Dione, que ajudaram a dar vida a cada imagem.

A costureira Rosinéria Mendes, que costurou não só figurinos, mas histórias.

Meu coreógrafo Euller Hallyday, que deu corpo e movimento à minha verdade.

Meu companheiro Daniel Castilho, que esteve comigo em cada etapa, nos dias bons e nos difíceis.

Meu amigo Rodrigo Brito, sempre presente.

E meus pais, Waldir Marques e Graciete Marques, que plantaram em mim as raízes para eu voar.

Baile Amazônico nasceu do desejo de provar que a música da Amazônia não é pequena, ela é gigante. Ela tem força, estética, identidade, beleza e potência suficiente para ser exportada, consumida e celebrada mundo afora. Existem muitos palcos esperando por nós, e não faz sentido ficarmos disputando espaços internos tão pequenos quando há um universo inteiro para explorar.

Hoje, ao encerrar esse ciclo, eu sinto orgulho. Orgulho de ser uma das vozes da nova geração da música amazônica. Orgulho de mostrar que é possível sonhar alto mesmo com pouco. Orgulho de cada pessoa que caminhou comigo nessa construção.

Mas acima de tudo, eu agradeço a vocês, as pessoas que passaram a conhecer meu trabalho, que vibram comigo, que compartilharam, comentaram, assistiram, cantaram. Vocês são a força que move tudo isso.

Saibam que cada vídeo, cada música, cada detalhe foi feito com muito carinho, dedicação e verdade.

E eu vou continuar, porque vocês me inspiram a continuar.

Baile Amazônico não é só um álbum visual. É a prova de que quando a gente acredita, cria e se entrega… a Amazônia dança junto.

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